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A bola que bateu na mão do lateral Fágner e teve a confirmação do árbitro Sandro Meira Ricci como pênalti abriu uma discussão no Maracanã. Bola não mão é igual a mão na bola? Na Copa do Mundo, a Fifa decidiu que qualquer toque seria pênalti. Fim da polêmica, mas a CBF prefere não colocar o dedo nesta ferida, que sempre gera interpretação.

“Há uma recomendação de que se a bola bater na mão, quando na direção do gol, é para dar pênalti. Foi assim contra o Goiás, mas o árbitro não marcou. A informação que tenho é que os jogadores não abram os braços para mostrar que não querem fazer o pênalti. É difícil, fica parecendo um robô, mas vamos lá”, disse o técnico Vanderlei Luxemburgo.

O treinador preferiu fugir do tema por não ter visto o lance de um melhor ângulo. “Erros e acertos acontecem. Tenho que valorizar a atuação da minha equipe”, ressaltou Luxemburgo, que fez questão de elogiar a dupla de zaga do Flamengo.

“Quero ganhar de meio a zero todos os jogos. Quem teve uma atuação exemplar, como um zagueiro de altíssimo nível, foi o Wallace. Everton vem jogando bem e é o nosso desafogo, puxando o contragolpe”, disse o treinador.

Ainda não vai ser contra o Palmeiras, na próxima quarta-feira, que o técnico terá o lateral Léo à disposição. O jogador não está 100% recuperado. “O Léo ainda não está a ponto de voltar porque falta um treino coletivo, um trabalho específico, mas não tenho pressa. O Léo Moura está economizando energia para suportar um jogo inteiro. O Márcio Araújo ajuda muito pelo lado de lá e ele consegue dar pique no fim do jogo”, elogiou Luxemburgo.


Fonte: Terra

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